Lendas, assombrações e versos intimistas na poesia de Luiz Eduardo Serra Azul, o Piudo.
Por Paiva Neves
Sábado último, dia 06 de junho, beirando às comemorações dos santos juninos, partiu o nosso Piúdo, o cara simples de sorriso largo. Esse ser humano foi múltiplo na vida e na arte. De trabalhador das madrugadas do CEASA, a boêmio; de festeiro frequentador de bares a declamador de poesias; de contador de piadas a compositor; de poeta de sonetos clássicos à cordelista.
Luiz Eduardo Serra Azul, o Piudo foi talvez o poeta que melhor expressou nossa poesia. Não ficou preso a um único estilo. Escreveu cordéis, sonetos, acrósticos, poemas de amor, lendas urbanas, compôs letras para músicas e contava piada como só ele sabia.

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